Bati o carro, e agora? Entenda a importância do seguro auto!

Quem nunca exclamou “bati o carro!”, não sabe o quão estressante pode ser essa situação. Ao mesmo tempo, não é difícil imaginar, não é? Não importa se somos nós os culpados ou se somos a vítima, nessas situações é possível se envolver em todo tipo de confusão. 

Algumas pessoas perdem o controle, pois nem sempre é fácil administrar o problema. Se a culpa foi sua e você bateu em um terceiro — como são chamados pelas seguradoras os outros motoristas envolvidos — vai ser “convidado” a se responsabilizar. Se não aceitar o “convite”, bem, a conversa pode ficar bastante tensa.

Neste post, não vamos nos dedicar a pensar sobre como proceder no caso de uma batida, mas sim a refletir sobre a importância de uma boa proteção. Será que o estresse envolvido em assumir o risco de não ter proteção vale a pena? Especialmente no momento de um acidente? Vai ser um bate papo rápido e direto. Confere com a gente!

Direitos e deveres ao se envolver em um acidente

Antes de nos aprofundarmos na importância do seguro, vale a pena relacionar algumas dicas rápidas sobre o momento de um acidente – ao menos sobre os riscos envolvidos nessa situação.

O primeiro ponto é que muitas pessoas acham que os veículos não devem ser movidos do local do acidente em nenhuma circunstância. Esse pensamento se baseia na ideia de que deslocar o veículo poderia prejudicar o trabalho da perícia.

Acontece que, se não houver vítima ou um impedimento maior de movimentação, bloquear a via pode gerar uma boa multa e alguns pontos na carteira. Afinal, esse descuido pode ocasionar um acidente ainda maior.

Outro detalhe que não podemos esquecer é a prestação de socorro. Culpado ou não, é preciso socorrer qualquer vítima. Isso não significa que você precise ser um especialista, muito menos que deve mover alguém, mas sim que precisa chamar socorro. Fugir do local pode trazer sérios problemas.

Se a pessoa precisar ser hospitalizada ou passar por um tratamento, os culpados serão responsabilizados e, quando não há acordo, podem ser exigidas indenizações judiciais, especialmente no caso de ocorrerem sequelas ou a pessoa ficar impedida, definitiva ou temporariamente, de exercer sua profissão.

Nesses casos, haverá desgastes com processos judiciais, pagamento de honorários de advogados, penalidades e, dependendo da gravidade do ocorrido, até mesmo prisão. Nem é preciso dizer que embriaguez e falta de manutenção do veículo, por exemplo, são consideradas agravantes.

A função do seguro auto

Ainda assim, muitos motoristas ficam em dúvida se vale a pena fazer um seguro auto, ou protelam renovações e contratações. Nessa avaliação, nada melhor do que lembrar a origem da ideia dos seguros, que surgiu da necessidade de proteger as pessoas de imprevistos e acidentes naturais — algo muito comum na agricultura.

No lugar de um proprietário arcar sozinho com um prejuízo por causa de uma grande chuva, por exemplo, vários vizinhos poupavam regularmente para salvar uns aos outros, quando preciso. A versão moderna dos seguros nada mais é do que a administração profissional dessa reserva financeira, o que traz benefícios adicionais e uma segurança muito maior.

A possibilidade de grandes prejuízos

Assim, escolher um bom seguro é a melhor forma de evitar problemas que vão muito além dos pequenos reparos. Além de cobrir as indenizações por danos morais e patrimoniais, o seguro auto é uma compensação incomparável no caso de uma perda total, por exemplo.

Nessas situações, o prejuízo será coberto independentemente da gravidade, desde que dentro do que foi contratado. Porém, mesmo que o dinheiro não seja um grande problema pra você, poder dizer algo como: “bati o carro e não preciso me preocupar, pois estou protegido”, não tem preço.

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